Requisitos Funcionais

Da Operação de Embarque no Navio

Atualmente, o único setor que possuí as informações de embarque em tempo real é denominado CLP na devido à sigla que identifica o equipamento operado pelo setor chamado de Controlador Lógico Programável que controla o fluxo da carga no terminal desde a chegada por via rodoviária e ferroviária até o despejo nos porões dos navios passando pela armazenagem nos silos e pelo complexo sistema de esteiras com mais de um quilômetro de extensão.

O CLP é composto pelos seguintes itens:

  • Vazadores de carga – Responsáveis por receber o produto despejado por caminhões ou vagões de trem que chegam ao terminal portuário trazendo a carga a ser embarcada;
  • Esteiras de transporte – Responsáveis por transportar o produto do armazém até a balança de fluxo e da balança de fluxo até os shiploaders;
  • Balanças de fluxo – Responsável por aferir a quantidade de produto passando pelas esteiras de transporte;
  • Shiploader – Responsável por receber o produto vindo das esteiras de transporte e despejar no porão desejado no navio;
  • [Adicionar mais itens se necessário for]

[Adicionar foto do complexo CLP]

O Operador de CLP, assim denominado pela empresa, é responsável por controlar o fluxo da carga entrando com comandos no Sistema de Controle de CLP, sistema este que é totalmente desconectado dos outros sistemas da empresa, incluindo o sistema de ERP.

Algumas informações podem ser obtidas no sistema de controle de CLP:

  • Fluxo do embarque em toneladas por hora;
  • Posicionamento dos equipamentos do CLP;
  • Tempo de operação;
  • Alarmes de falha nos equipamentos do CLP;
  • [Adicionar mais itens se necessário for]

[Adicionar tela do sistema de controle de CLP para ilustração]

Também está envolvido no processo de embarque o setor denominado pela empresa de “Bordo”. Setor este que é responsável por manter atualizada planilha contendo informações detalhadas sobre o embarque como:

[Copiar do TCC 1 e reescrever]

Após a geração da planilha de inicial, a mesma é repassada para o setor de CLP e então o time de “bordo” passa a operar de dentro do navio, passando e recebendo instruções e informações com o setor de CLP via comunicação por rádio, tornando o setor de bordo presente tanto na elaboração da planilha de embarque quanto na operação do mesmo.

Durante a operação de embarque, o operador de bordo orienta de dentro do navio e por rádio o operador de CLP com instruções para manipulação dos equipamentos denominados Shiploaders que direcionam o fluxo de carga para um determinado porão do navio a fim de equilibrar a disposição do peso da carga para garantir uma viagem segura até seu destino final.

O operador de bordo pode solicitar ao operador de CLP:

  • Aumento do fluxo de produto – [Descrever];
  • Diminuição do fluxo de produto – [Descrever];
  • Parada de emergência de todo o processo – [Descrever];
  • Informações sobre o saldo do porão atual – [Descrever];

Ocorre que frequentemente, tanto os setores envolvidos no processo de embarque quanto outros setores interessados no processo, precisam de informações em tempo real sobre o posicionamento do embarque. Quando isso ocorre, o operador de CLP é contatado e o mesmo é obrigado a desviar o foco de sua atividade afim de informar os interessados com os dados solicitados, criando riscos em potencial.

Os riscos possíveis de ocorrer neste momento são:

  • Falha em equipamento do CLP
  • Sobrecarga do porão
  • Aumento perigoso no fluxo de embarque - [Detalhar];

Solução Proposta

O desenvolvimento de um aplicativo para dispositivos móveis pode solucionar o problema da obtenção de informações em tempo real do posicionamento do embarque por agentes interessados no processo que não sejam o operador de CLP.

O sistema proposto deve fornecer as seguintes informações em tempo real:

  • Dados básicos do embarque - [Detalhar];
  • Status atual do embarque - [Detalhar];
  • Detalhamento dos saldos dos porões - [Detalhar];

De posse destas informações, interessados no processo de embarque não precisam mais consultar o operador de CLP de modo que interrompa o trabalho do mesmo ou no mínimo tirando sua atenção da atividade a ser exercida durante o embarque, deixando-o livre para manter a qualidade e a segurança das operações.

 

2. Do fluxo do embarque

Por questões de segurança o fluxo de embarque não deve ultrapassar 2.000 toneladas / hora. Em contrapartida, o fluxo muito baixo pode indicar o mal funcionamento de algum dispositivo (elétrico ou mecânico) ou ainda algum erro de operação. Atualmente não há nenhum dispositivo de alarme para operações com fluxo muito baixo (abaixo de 400 toneladas / hora) ou fluxo muito alto(acima de 2.000 toneladas / hora) que informe a Supervisão de Manutenção, para que providências possam ser adotadas.

Solução proposta

Implementar recurso em aplicação para dispositivos móveis que alerte o Supervisor de Manutenção sempre que o fluxo estiver muito alto ou muito baixo.

3. Do total embarcado por hora e paralisações

A Gerência não possuí uma visão abstrata do progresso do embarque e o tempo total de paralisações, que permita avaliar a performance do embarque a qualquer local e hora.

Solução proposta

Implementar na aplicação móvel gráfico indicador de total embarcado por hora, nas últimas 6 horas e gráfico que indique o tempo total de embarque x tempo total de paralisações.

Last edited Mar 18, 2012 at 10:55 PM by programad, version 2

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